Jocelyne Rouch

Jocelyne Rouch

Nasceu em Guadalupe, nas Índias Ocidentais Francesas, de uma família numerosa. Estudou em Escolas primárias e secundárias em Guadalupe. No Hospital Raymond Poincaré, recebe o diploma de enfermagem. Durante 5 anos trabalha em diversos serviços, em consultoria, na maternidade e na sala de operações. Um ambiente em que floresceu. Sua graduação em Anestesista lhe permitiu trabalhar no hospital militar da Nova Caledônia. Visitou países vizinhos, Austrália em parte, Nova Zelândia e Taiti, onde conheceu a diversidade cultural e se apaixona. De volta a Paris em 1983, segue o caminho da faculdade para preparar um diploma de Fonoaudiólogo pelo qual passa de forma brilhante. Foi durante uma viagem a Abidjan, em 1969, que fui apresentado a Jean Rouch, que estava saindo para o Níger. Ela participa de diversos filmes etnográficos e se mantem nesse ramo até hoje. Após a morte de Jean Rouch, ela funda a Foubdation Jean Rouch, é a presidente, onde detém todo o fabuloso acervo de sua obra, além de estimular a produção através de oficinas e cursos de cinema na prática em todo o mundo.

Renato Athias

Renato Athias

Possui graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1975), Mestrado em Etnologia – Universidade de Paris X, (Nanterre) em1982,. Doutorou-se em Etnologia pela mesma universidade (1995). Atua como coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE) da UFPE é Professor Associado II do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. É também professor do Master Interuniversitário de Antropologia Iberoamericana da Universidade de Salamanca, na Espanha. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena, atuando nas seguintes temáticas: saúde indígena, antropologia visual com projetos de pesquisas entre os índios de Pernambuco e no Alto Rio Negro Amazonas. É membro do Laboratório de Antropologia Visual do Núcleo Imagem e Som & Ciências Humanas da UFPE, É membro do Conselho Curador do Museu do Estado de Pernambuco. Foi coordenador nacional do GT Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Atuou como Diretor da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (ANPOCS) e foi Coordenador Geral de Museus da Fundação Joaquim Nabuco em Recife até Janeiro de 2014. Foi secretario geral da Associação Brasileira de Antropologia na gestão 2013/2014 e atualmente é o vice coordenador da Comissão de Museus e Patrimônio Cultural da União Internacional das Ciências Antropológicas e Etnológicas (IUAES).

Lisabete Coradini

Lisabete Coradini

É Doutora em Antropologia pela Universidad Nacional Autónoma de México (2000). Atualmente é Professora Associada do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Coordenadora do NAVIS Núcleo de Antropologia Visual, Diretório de Pesquisa/CNPq-UFRN. Realizou os seguintes filmes: “No mato das mangabeiras”, “Seu Pernambuco”, “cinema moçambicano em movimento”, “Sila, Mulher Cangaceira”, “Mestre Zorro”, entre outros. Membro da Comissão de Elaboração e de Avaliação do Roteiro de Classificação da Produção Audiovisual/CAPES e Coordenadora do Comitê em Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana e Audiovisual, atuando principalmente nos seguintes temas: cidades, espaços, memórias, narrativas, cinema, cinema africano e o uso da imagem.

José da Silva Ribeiro

José da Silva Ribeiro

Licenciado (graduado) em Filosofia pela Universidade do Porto (1976), graduação em Cine Vídeo pela Escola Superior Artística do Porto (1989), mestre em Comunicação Educacional Multimedia pela Universidade Aberta de Portugal (1993) e doutorado em Ciências Sociais – Antropologia pela Universidade Aberta de Portugal (1998). Foi professor da Universidade Aberta de Portugal. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Visual, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia visual, antropologia digital, cinema, métodos de investigação em antropologia, interculturalidade e cultura afro-atlântica. Tem realizado trabalho de campo em Portugal, Cabo Verde, Brasil, Argentina e Cuba. Coordena a Rede Internacional de Cooperação Científica Imagens da Cultura / Cultura das Imagens. Professor visitante da Universidade Mackenzie (Educação, Arte e História da Cultura), da UECE, da UCDJB, da Universidade de Múrcia – Espanha (ERASMUS) e da Universidade de Savoie – França, Universidade de S. Paulo. Coordena o Grupo de Investigação antropologia visual /media e mediações culturais – CEMRI: Universidade Aberta. Atualmente professor visitante da UFG – Faculdade de Artes Visuais.

Mina Rad

Mina Rad

Depois de estudar história, jornalismo e comunicação na Sorbonne, Paris, ela embarcou no jornalismo político internacional em vários países da Ásia Central. Ela trabalhou para a BBC, RFI e AFP. Em 2011 e 2014, ela treina na direção e escrita de documentários no Ateliers Varan. Seu primeiro filme, “Para mim, o sol nunca se põe”, recebeu o prêmio de melhor documentário no Verity Festival, no Irã, em 2012. Se interessa na transmissão de conhecimento e nos métodos de realização de grandes documentaristas como Jean Rouch (França), Pierre Perrault (Quebec, Canadá), dirige e produz documentários baseados na influência desses diretores. Em 2017, o filme “Jean Rouch Persian look” foi transmitido pela TV5 Monde francesa por ocasião do centenário de Jean Rouch. Em 2019, o filme “Persian Tales, Jean Rouch no Irão” foi apresentado no Melgaço International Documentary Film Festival em Portugal. Em 2019, “O futuro do passado, Pierre e Yolande Perrault”, foi selecionado na seleção oficial do Festival for Art na FiFA em Montreal, Canadá e no prêmio Jean Loup Passek no Melgaço International Documentray em Portugal. Ela é a fundadora da Apresvaran, uma associação de ex-alunos do Ateliers Varan e diretora do Festival de Documentários Apresvaran, em Paris.

Luzia Miranda

Luzia Miranda

Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará (1977), mestra em Planejamento do Desenvolvimento pelo NAEA/ Universidade Federal do Pará (1990) e doutora em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (2004). Jornalista, exerceu a crítica de cinema de 1972 a 2015, além de articulista de temas sobre política (de 2009-2015) no Jornal “O Liberal”, das Organizações Rômulo Maiorana. É Professora Associado 3 da Universidade Federal do Pará. Fez parte da diretoria da Associação Brasileira de Ciência Política-ABCP (2008-2012). Foi coordenadora da REDOR-Rede Feminista de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher e Gênero – N/NE, coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas Eneida de Moraes sobre Mulher e Relações de Gênero-GEPEM/UFPA, desde 1994. É membro da diretoria da Associação de Críticos de Cinema do Pará -ACCPA e associada da mesma desde 1978. Tem se dedicado à coordenação de estudos e seminários sobre a cultura do feminismo e a militância acadêmica sobre temas do empoderamento feminino.